Senhoras e senhores, apresento-lhes esta pobre alma atormentada. A clássica Luta entre seus demônios interiores e o caos que se alastra castatroficamente. A senhora moça sem rumo e a demais conflito posteriores e anteriores. A fadiga da alma? Consequências de seus famosos atos banais e inconsequentes? A contradição de caracteres?
Deixemos as respostas para mais uma proxima apresentação de ... Hmm1... deixemos para lá. Palavras avulsas falaram mais alto. Desculpem.
" ..We know of an ancient radiation that haunts dismembered constellations; a faintly glimmering radio station .."
"I want you, I want you so bad It’s driving me mad, it’s driving me mad. Yeah"
Não sou muito apegada a musicais, já que geralmente são monotonos e de musicas um tanto quanto irritantes. Porém, não posso falar o mesmo de "Across the universe". Talvez um dos melhores filmes que assisti esse ano. "Across the Universe" conta a história de Jude (Jim Sturgess), um rapaz de Liverpool, que viaja aos EUA e se apaixona por Lucy (Evan Rachel Wood), uma garota rica. Quando o irmão da garota é convocado para a guerra do Vietnã, Jude se torna ativista da paz e tem apoio de Lucy.O casal então vivencia a contracultura, os protestos contra a Guerra do Vietnã, o amor livre, as drogas e o rock n' roll. Mas o bom do filme não eh a historia em si, mas sua trilha sonora de clássicos dos Beatles, interpretados pelos atores do elenco do filme e por astros do rock como Bono e Joe Cocker.
Aos que tiverem a oportunidade de assistir o filme, assistam. Garanto que não se arrependerão, principalmente fãs de Beatles ;]
Reflexoes de mais um final de semana.E mais a mesma conclusão. Talvez não bastam as saidas e as bebidas, nem mesmo os lugares e mesmas pessoas. Quem sabe um novo e inesperado? Talvez nem isso... o que se precisa é simples, é um basico e normal para qualquer pessoa.Não para mim... O que se precisa é um apego em certas horas. É estabilizar e sentir-se bem. Sentir-se querida, amada.
Em poucas palavras: saber que alguem se importa com você. Não eh narcismos, egocentrismo. É necessidade.
Voltando aqui no meu escutar de blues...perdi-me. Retomando meu subconsciente; uma fuga de mim mesma.Um talvez incognito. Sem mais palavras, por obsequio.
"Só quem está disposto a perder tem o direito de ganhar. Só o maduro é capaz da renúncia. E só quem renuncia aceita provar o gosto da verdade, seja ela qual for.
O que está sempre por trás dos nossos dramas, desencontros e trambolhões existenciais é a representação simbólica ou alegórica do impulso do ser humano para o amadurecimento. A forma de amadurecer é viver. Viver é seguir impulsos até perceber, sentir, saber ou intuir a tendência de equilíbrio que está na raiz deles (impulsos). A pessoa é impelida para a aventura ou peripécia, como forma de se machucar para aprender, de cair para saber levantar-se e aprender a andar. É um determinismo biológico: para amadurecer há que viver (sofrer) as machucadelas da aventura e da peripécia existencial.
A solução de toda situação de impasse só se dá quando uma das partes aceita perder ou aceita renunciar (e perder ou renunciar não é igual, mas é muito parecido; é da mesma natureza). Sem haver quem aceite perder ou renunciar, jamais haverá o encontro com a verdade de cada relação. E muitas vezes a verdade de cada relação pode estar na impossibilidade, por mais atração que exista. Como pode estar na possibilidade conflitiva, o que é sempre difícil de aceitar.
Só a renúncia no tempo certo devolve as pessoas a elas mesmas e só assim elas amadurecem e se preparam para os verdadeiros encontros do amor, da vida e da morte. Só quem está disposto a perder consegue as vitórias legítimas.
Amadurecer acaba por se relacionar com a renúncia, não no sentido restrito da palavra (renúncia como abandono), porém no lato (renúncia da onipotência e das formas possessivas do viver).
Viver é renunciar porque viver é optar e optar é renunciar.
Renunciar à onipotência e às hipóteses de felicidade completa, plenitude etc é tudo o que se aprende na vida, mas até se descobrir que a vida se constrói aos poucos, sobre os erros, sobre as renúncias, trocando o sonho e as ilusões pela construção do possível e do necessário, o ser humano muito erra e se embaraça, esbarra, agride, é agredido. Eis a felicidade possível: compreender que construir a vida é renunciar a pedaços da felicidade para não renunciar ao sonho da felicidade."
E eu aqui retomando esses habito de escrever. O comodismo anda abalando a minha vida de um modo sem igual.. andei percebendo isso de uns tempos para cá. Os motivos desse comodismo posso já ter em mente quais são, em parte. O problema maior é livrarei-me desse maldito Bato agora os pés e digo: "não vou perde minha essência nessa mesmisse!" Ao regresso de velhos, bons e saudáveis hábitos. E digo a todos: não se deixem abalar como me abalei. Não vão perder seu tempo com bobagens secundárias ou desestimulem com sonhos que parecem ser sempre inalcançáveis ou até mesmo a falta de rumo das coisas.