
O saudosismo invadiu-me estes dias. Consequência. Mera consequencia dos últimos acontecimentos e nada mais.Minto! Sempre fui saudosista, uma eterna nostálgica. Devo só ter acentuado este estado, ultimamente.
Resolvendo alguns assuntos inacabados. Ando somente tentando por em ordem o caos que andava a minha vida nestes últimos anos. Reencontrei amigos, afugentei pessoas desagradáveis, abri meus olhos para outras.Libertei-me de fantasmas do passado, amem. Nada mal para a primeira fase de um novo recomeço que eu relutei em querer.
Mas remetendo a estes reencontros, semana passada reuni-me com amigos de colégio. Digamos que teriam uns 2 anos que nunca mais nos tínhamos visto. Sentamos na velha e boa mesa do Arpoador, apreciando a estupidamente gelada brahminha básica com o mais perfeito frango desossado da cidade, e da-lhe conversas e gargalhadas. Cada lembrança, cada cana, cada momentos de sufoco com estudos ou problemas que na epoca eram quase irresolúveis. Lembro-me dos motins, das greves que fazíamos na cantina por causa dos "preços inflacionados", das festinhas na casa do Gustavo e dos "churrascos sem carne" aqui em casa, dos amores. Amores platônicos, em especial.
Ah, os amores platônicos... sempre gostei quando mais nova desse sentimento oculto, belo e inalcançável. Era como um passatempo, na época, prazeroso, de certa forma.Não sei bem explicar o porque, talvez pelo fato de gostar de alguém sem esperar nada, sem sofrimentos ou angustias( no caso, verdadeiras angustias ). Sentia-me bem por ter a pessoa perto, saber se ele estava feliz. Não importava se era reciproco, era um amor puro e ingênuo. Tempos de colégio...colecionei tantos desses amores. Alguns ,tempos depois, vieram atrás de mim( boa parte fiquei por "consideração" ao platonismo do passado, mas todos simplesmente não senti nada demais) , outros tornei-me amiga, o restante nunca nem mais tive noticias ou simplesmente ignoro. O fato é que essa ingênualidade do passado acaba... Uma pena.
Resolvendo alguns assuntos inacabados. Ando somente tentando por em ordem o caos que andava a minha vida nestes últimos anos. Reencontrei amigos, afugentei pessoas desagradáveis, abri meus olhos para outras.Libertei-me de fantasmas do passado, amem. Nada mal para a primeira fase de um novo recomeço que eu relutei em querer.
Mas remetendo a estes reencontros, semana passada reuni-me com amigos de colégio. Digamos que teriam uns 2 anos que nunca mais nos tínhamos visto. Sentamos na velha e boa mesa do Arpoador, apreciando a estupidamente gelada brahminha básica com o mais perfeito frango desossado da cidade, e da-lhe conversas e gargalhadas. Cada lembrança, cada cana, cada momentos de sufoco com estudos ou problemas que na epoca eram quase irresolúveis. Lembro-me dos motins, das greves que fazíamos na cantina por causa dos "preços inflacionados", das festinhas na casa do Gustavo e dos "churrascos sem carne" aqui em casa, dos amores. Amores platônicos, em especial.
Ah, os amores platônicos... sempre gostei quando mais nova desse sentimento oculto, belo e inalcançável. Era como um passatempo, na época, prazeroso, de certa forma.Não sei bem explicar o porque, talvez pelo fato de gostar de alguém sem esperar nada, sem sofrimentos ou angustias( no caso, verdadeiras angustias ). Sentia-me bem por ter a pessoa perto, saber se ele estava feliz. Não importava se era reciproco, era um amor puro e ingênuo. Tempos de colégio...colecionei tantos desses amores. Alguns ,tempos depois, vieram atrás de mim( boa parte fiquei por "consideração" ao platonismo do passado, mas todos simplesmente não senti nada demais) , outros tornei-me amiga, o restante nunca nem mais tive noticias ou simplesmente ignoro. O fato é que essa ingênualidade do passado acaba... Uma pena.
( http://www.youtube.com/watch?v=eLnrXNXO1FE&feature=PlayList&p=EBC96607F7F7DC36&index=0&playnext=1 )
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